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Pesquisa mostra que, entre os CIDs incidentes em auxílio-doença previdenciário, os primeiros cinco lugares, em 2014, estão ocupados com fraturas ou com dores nas costas. Um aumento preocupante de casos e uma mudança de posições com relação ao resultado anterior. E o que nos mobiliza é que muitas causas de trauma  poderiam ser evitadas, se a vítima não estivesse distraída. 

Falar ao celular enquanto caminha e segura o jornal… São tantas possibilidades de acidente. Dave Sandberg, CEO da SurveyMonkey,, caiu da esteira da academia do Hotel em que se hospedava, bateu a cabeça e morreu. No Brasil, a mesma distração atingiu a Presidente Dilma e o Padre Marcelo. Todo ano, milhares de pessoas se machucam em esteiras. Mas não só.

Esse é um exemplo das muitas distrações que nos vitimam diariamente. E o que podemos fazer para evitar? As respostas nós mesmos temos e a principal é: fazer duas coisas ao mesmo tempo, constantemente, não há cérebro que não estresse. Mapeie os riscos dos seus hábitos e improvisos, dos de colegas, de trabalho, de academia, da sua família, comportamentos que, às vezes, nós mesmos não percebemos e torne consciente. As ferramentas variam de um comentário a uma boa campanha, com cartazes, palestras, o que for preciso. Sugestão de onde começar? Pelas escadas, é claro. Ou celular ou degrau. Não é exagero.